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Autoridade do Conselho de Paz de Gaza afirma que plano continua em vigor

Autoridade do Conselho de Paz de Gaza afirma que plano continua em vigor

Reuters

10/08/2026

Placeholder - loading - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na reunião inaugural, em Washington, EUA 19 de fevereiro de 2026  REUTERS/Kevin Lamarque
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na reunião inaugural, em Washington, EUA 19 de fevereiro de 2026 REUTERS/Kevin Lamarque

Por Steve Holland

WASHINGTON, 10 Ago (Reuters) - ​O plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para Gaza ainda está em vigor e as discussões com Israel continuam, afirmou nesta segunda-feira uma autoridade do Conselho da Paz, após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitar a retirada de suas tropas até que o grupo militante palestino Hamas seja “verdadeiramente desarmado”.

Netanyahu reafirmou no domingo ⁠sua ⁠rejeição ao plano para Gaza ​em ‌declarações televisionadas dirigidas ao seu governo de direita. A medida ocorre mesmo com as Forças de Defesa de Israel tendo efetivamente suspendido os ⁠ataques no território sob pressão dos EUA.

“O plano ​continua em pleno vigor e avançando”, disse a autoridade à ​Reuters.

“O processo se baseia na ‌implementação e ​na verificação ⁠no local. As discussões com Israel continuam, e a estrutura foi concebida de forma que cada etapa só ​avance depois que os compromissos exigidos forem cumpridos”, disse a autoridade.

Trump anunciou no mês passado que havia ocorrido um avanço em seu plano para pôr ​fim à guerra, com o qual tanto Israel quanto o Hamas concordaram: as forças israelenses devem se retirar, à medida que o Hamas se desarme, e uma Força Internacional de Estabilização deve trabalhar com uma nova força policial palestina para garantir a segurança do enclave.

Complicações ​surgiram, com questionamentos sobre o cronograma do plano.

“O roteiro ‌está entre o Conselho ⁠de Paz e o Hamas, e as discussões com Israel continuam. Não está sendo pedido a Israel ⁠que confie cegamente ou que ⁠tome medidas irreversíveis antes ⁠que passos verificáveis ⁠sejam ​dados no terreno”, disse a autoridade.

(Reportagem de Steve Holland)

Reuters

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