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BC da China promete novas medidas de política monetária de forma tempestiva

BC da China promete novas medidas de política monetária de forma tempestiva

Reuters

12/08/2026

Placeholder - loading - Sede do banco central da China em Pequim 30 de setembro de 2022. REUTERS/Tingshu Wang
Sede do banco central da China em Pequim 30 de setembro de 2022. REUTERS/Tingshu Wang

Atualizada em  12/08/2026

PEQUIM, 12 Ago (Reuters) - O banco ​central da China afirmou que vai manter uma política monetária adequadamente frouxa e a adotar novas medidas práticas e eficazes de forma tempestiva, mas evitou sinalizar cortes explícitos às taxas de juros ou de compulsório.

O Banco do Povo da China fará pleno uso das políticas existentes, planejará e implementará prontamente medidas adicionais, intensificará ajustes contracíclicos ⁠e ⁠ampliará os esforços para estimular ​a ‌demanda interna, informou o banco central em seu relatório trimestral de implementação da política monetária.

O banco central reforçará a coordenação das políticas monetária e ⁠fiscal para apoiar o crescimento econômico e a estabilidade ​das operações do mercado financeiro.

'A base para um ​ritmo estável e positivo da economia ‌ainda precisa ​ser consolidada”, ⁠disse o banco central.

O ambiente global continua complexo e volátil, com crescimento mundial fraco, desaceleração do comércio e pressões ​inflacionárias importadas elevando os preços em muitos países. Internamente, a China ainda enfrenta desequilíbrio entre oferta forte e demanda fraca, à medida que novos desafios ​se somam a problemas antigos, afirmou o banco.

Os líderes chineses prometeram, em uma reunião realizada em julho, apoiar a economia acelerando no segundo semestre os gastos fiscais em projetos de infraestrutura já orçados, em vez de lançar grandes novas medidas de estímulo.

O crescimento no segundo trimestre desacelerou ​para 4,3%, o ritmo mais fraco em mais de ‌três anos e abaixo do ⁠limite inferior da meta anual do governo, de 4,5% a 5,0%. Ainda assim, o início do ano, ⁠mais forte que o esperado, deu ⁠a Pequim margem para ⁠evitar uma ⁠resposta ​mais enérgica, segundo analistas.

(Reportagem de redação Pequim e Kevin Yao)

Reuters

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