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Câmara dos EUA aprova acordo para encerrar paralisação e envia a Trump

Câmara dos EUA aprova acordo para encerrar paralisação e envia a Trump

Reuters

03/02/2026

Placeholder - loading - Capitólio, prédio que abriga o Congresso norte-americano, em Washington 04/01/2026 REUTERS/Elizabeth Frantz
Capitólio, prédio que abriga o Congresso norte-americano, em Washington 04/01/2026 REUTERS/Elizabeth Frantz

Atualizada em  03/02/2026

WASHINGTON, 3 Fev (Reuters) - A Câmara ⁠dos Deputados dos Estados Unidos aprovou nesta terça-feira, por uma pequena margem de votos, um acordo bipartidário que deve encerrar a paralisação parcial do governo norte-americano e o enviou ao presidente Donald Trump para ser sancionado.

A legislação deve restaurar o financiamento já expirado para as áreas de defesa, saúde, trabalho, educação, ​habitação e outras agências, e ⁠prorrogar ⁠temporariamente o financiamento do Departamento de Segurança Interna enquanto parlamentares negociam possíveis mudanças na aplicação da lei de imigração.

O financiamento para essas agências expirou no sábado, já que o Congresso ‌não agiu a tempo para evitar a paralisação, ​que não resultou em ‌grandes interrupções nos ​serviços ​governamentais.

O acordo já havia sido aprovado pelo Senado por uma ampla margem bipartidária e agora segue para Trump, ​que deve sancioná-lo.

Controlada pelos republicanos, a Câmara aprovou a proposta por 217 votos a 214, com 21 republicanos votando contra e 21 democratas votando a favor.

Democratas demandam novas restrições às táticas agressivas de fiscalização da imigração de Trump após o assassinato de dois cidadãos norte-americanos por agentes federais em Minneapolis no mês passado.

Alguns republicanos da ala direita do partido tentaram, sem sucesso, modificar o projeto ⁠de lei para incluir uma disposição que tornaria ‌mais rígidos os requisitos ⁠para votar.

A última paralisação durou um recorde de 43 dias em outubro e novembro, afastando centenas ‍de milhares de funcionários federais e custando à economia dos EUA ​cerca ‌de US$11 bilhões.

(Reportagem de David Morgan e Richard Cowan)

Reuters

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