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Chanceler da Alemanha diz que eleição estadual não afetará sua coalizão

Chanceler da Alemanha diz que eleição estadual não afetará sua coalizão

Reuters

09/03/2026

Placeholder - loading - Friedrich Merz e o candidato do CDU em Baden-Wuerttemberg Manuel Hagel  9/3/2026    REUTERS/Annegret Hilse
Friedrich Merz e o candidato do CDU em Baden-Wuerttemberg Manuel Hagel 9/3/2026 REUTERS/Annegret Hilse

BERLIM, 9 Mar (Reuters) - O chanceler alemão, ​Friedrich Merz, disse que a eleição de domingo no Estado de Baden-Wuerttemberg, no sul do país, foi um resultado 'amargo' para seus correligionários conservadores, mas que não afetará o governo em Berlim, e ele novamente descartou a possibilidade de cooperar com a Alternativa para a Alemanha (AfD), de extrema-direita.

O resultado oficial preliminar da votação mostrou ⁠os ⁠Verdes marginalmente à frente dos Democratas ​Cristãos (CDU), ‌de Merz, deixando os dois partidos prestes a continuar a coalizão que governou Baden-Wuerttemberg na última década.

O chanceler repetiu sua rejeição em cooperar ⁠com o AfD, que terminou em terceiro lugar, confirmando ​sua posição como o maior partido de oposição ​da Alemanha, mesmo fora de seu ‌coração nos ​Estados do ⁠leste.

Merz disse que o resultado se deveu, em grande parte, à popularidade do principal candidato dos Verdes, Cem ​Ozdemir, um ex-ministro da Agricultura moderado com um perfil mais estabelecido do que seu rival da CDU, Manuel Hagel, de 37 anos.

Ele afirmou ter conversado ​com os líderes de seus parceiros de coalizão social-democratas (SPD) em Berlim e prometeu avançar mais rapidamente com as reformas para a economia, que está saindo de dois anos de recessão.

'Concordamos que esse resultado não terá impacto sobre a coalizão aqui em Berlim. Continuaremos nosso trabalho', ​disse ele em uma coletiva de imprensa na sede ‌do partido CDU em Berlim.

'Precisamos ⁠recuperar o terreno que perdemos na Alemanha ao longo de muitos anos e décadas, e nós ⁠da coalizão estamos cientes disso, assim ⁠como o SPD', disse ⁠ele, prometendo ⁠fazer 'progressos ​mais substanciais' com as reformas econômicas prometidas.

(Reportagem de James Mackenzie)

Reuters

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