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Confiança dos investidores da Alemanha tem melhora inesperada em maio

Confiança dos investidores da Alemanha tem melhora inesperada em maio

Reuters

12/05/2026

Placeholder - loading - Bolsa de Frankfurt  8 de abril de 2026. REUTERS/equipe
Bolsa de Frankfurt 8 de abril de 2026. REUTERS/equipe

Por Friederike Heine

BERLIM, 12 Mai (Reuters) - A ​confiança dos investidores da Alemanha melhorou inesperadamente em maio, embora tenha permanecido em território negativo em geral já que as empresas continuam a sentir as consequências econômicas da guerra no Irã, informou o instituto de pesquisa econômica ZEW nesta terça-feira.

Após dois meses consecutivos de fortes declínios nas expectativas econômicas, o indicador aumentou inesperadamente para -10,2 pontos em ⁠maio, ⁠em comparação com -17,2 do mês ​anterior. ‌Analistas ouvidos pela Reuters esperavam que a leitura caísse para -19,8 pontos.

'Os especialistas do mercado financeiro esperam que a guerra do Irã termine logo. No ⁠entanto, a fraqueza da produção industrial, o aumento dos ​preços da energia e uma taxa de inflação que ​ultrapassa a marca de 2% ‌continuam a sobrecarregar ​a ⁠economia alemã', disse o presidente do ZEW, Achim Wambach.

A avaliação do ZEW sobre a situação econômica atual deteriorou ligeiramente em ​maio, com o indicador caindo 4,1 pontos, em linha com as expectativas, atingindo -77,8 pontos.

'Não se trata de um recomeço - a guerra em curso no Irã continua ​a pesar muito no humor', disse Alexander Krueger, economista-chefe do Hauck Aufhaeuser Lampe Privatbank.

'O confronto já se arrastou por tempo demais para simplesmente reiniciar o relógio quando a guerra terminar', acrescentou.

O aumento nos preços do petróleo e do gás após o início dos ataques conjuntos dos EUA ​e de Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, ‌aumentou as dificuldades da ⁠maior economia da Europa, que tenta recuperar o ímpeto após a pandemia da Covid.

O governo já reduziu ⁠pela metade sua previsão de crescimento ⁠para 2026, para apenas 0,5%, ⁠citando o ⁠impacto ​da crise do Irã.

(Reportagem de Linda Pasquini e Friederike Heine)

Reuters

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