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Consumidores da zona do euro reduzem expectativas de inflação para próximo ano, mostra pesquisa do BCE

Consumidores da zona do euro reduzem expectativas de inflação para próximo ano, mostra pesquisa do BCE

Reuters

26/06/2026

Placeholder - loading - Sede do Banco Central Europeu em Frankfurt, Alemanha 6 de março de 2025. REUTERS/Jana Rodenbusch/Foto de arquivo
Sede do Banco Central Europeu em Frankfurt, Alemanha 6 de março de 2025. REUTERS/Jana Rodenbusch/Foto de arquivo

FRANKFURT, 26 Jun (Reuters) - Os consumidores ​da zona do euro reduziram em maio suas expectativas de inflação no curto prazo e as mantiveram para horizontes mais longos, segundo pesquisa do Banco Central Europeu divulgada nesta sexta-feira, sugerindo que o banco não está sob pressão para aumentar rapidamente as taxas de juros de novo.

O BCE elevou sua taxa de depósito neste mês para combater o ⁠aumento ⁠da inflação, e algumas autoridades ​afirmaram que ‌é necessário um maior aperto monetário para moderar as expectativas de preços, mas o debate sobre o momento de qualquer novo movimento ainda está em ⁠aberto.

Os consumidores reduziram suas expectativas de aumento dos ​preços para o próximo ano para 3,5% em maio de ​4,0% no mês anterior, enquanto ‌as expectativas para ​os ⁠próximos três e cinco anos permaneceram em 2,9% e 2,4%, respectivamente, informou o BCE em sua Pesquisa de Expectativas do ​Consumidor.

“A incerteza sobre as expectativas de inflação para os próximos 12 meses diminuiu, mas permaneceu em um nível mais alto do que antes do início da guerra ​no Oriente Médio”, afirmou o banco com base em sua pesquisa com 19.000 adultos em 11 países da zona do euro.

Como de costume, os consumidores das faixas de renda mais baixas relataram percepções e expectativas de inflação mais elevadas, enquanto os mais jovens tiveram percepções e expectativas de inflação ​mais baixas.

Os mercados financeiros estão precificando entre um e dois ‌novos aumentos nos juros.

Os consumidores ⁠também se mostraram menos pessimistas quanto às perspectivas para a economia, prevendo contração de 1,7% no próximo ano, ⁠de queda de 2,2% esperada no ⁠mês anterior.

As expectativas de ⁠renda também aumentaram ⁠ligeiramente, ​mas as previsões de desemprego também cresceram.

(Reportagem de Balazs Koranyi)

Reuters

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