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Dinamarca e Otan buscam aumentar segurança no Ártico em meio à crise na Groenlândia

Dinamarca e Otan buscam aumentar segurança no Ártico em meio à crise na Groenlândia

Reuters

23/01/2026

Placeholder - loading - Vista de Nuuk, na Groenlândia  21/1/2026   Mads Claus Rasmussen/Ritzau Scanpix/via REUTERS
Vista de Nuuk, na Groenlândia 21/1/2026 Mads Claus Rasmussen/Ritzau Scanpix/via REUTERS

Por Soren Jeppesen e Stine Jacobsen

COPENHAGUE, 23 ⁠Jan (Reuters) - A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, disse nesta sexta-feira que concordou com o chefe da Otan, Mark Rutte, que a aliança precisa aumentar a segurança no Ártico, após semanas de turbulência sobre a ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de anexar a Groenlândia.

Os governos da Dinamarca e da Groenlândia, um território autônomo dinamarquês, insistem que a soberania sobre a ilha não está em discussão, mas disseram que ​estão abertos a conversas sobre uma ⁠ampla ⁠gama de outros tópicos.

Trump disse na quinta-feira que havia garantido o acesso total e permanente dos EUA à Groenlândia após conversas com Rutte, enquanto o chefe da Otan afirmou que os aliados teriam que intensificar os esforços para afastar as ‌ameaças da Rússia e da China no extremo norte.

'Concordamos que ​a Otan precisa aumentar seu envolvimento ‌no Ártico. A defesa ​e ​a segurança no Ártico são uma questão para toda a aliança', declarou Frederiksen em uma postagem na mídia social na sexta-feira, juntamente com ​uma foto dela e de Rutte em Bruxelas.

Rutte disse que estava trabalhando com a liderança dinamarquesa para aumentar a dissuasão e a defesa.

Frederiksen viajará para Nuuk, capital da Groenlândia, ainda nesta sexta-feira, para se reunir com o primeiro-ministro da ilha.

O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca disse na sexta-feira que os diplomatas da Dinamarca e dos Estados Unidos se reuniram em Washington na quinta-feira, estabelecendo um plano de como proceder.

'Não informaremos quando serão essas (futuras) reuniões, porque o que é necessário agora é tirar o drama disso... precisamos de ⁠um processo calmo', afirmou o ministro das Relações Exteriores, Lars Lokke Rasmussen.

Uma ‌fonte familiarizada com o assunto ⁠disse na quinta-feira que Rutte e Trump haviam concordado, em Davos, com novas conversas entre EUA, Dinamarca e Groenlândia sobre a ‍atualização de um acordo de 1951 que rege o acesso e a presença militar dos ​EUA ‌na ilha do Ártico.

(Reportagem de Soren Jeppesen e Stine Jacobsen em Copenhague)

Reuters

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