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Grupo Carlyle, dos EUA, concorda em comprar ativos da Lukoil após pressão de sanções

Grupo Carlyle, dos EUA, concorda em comprar ativos da Lukoil após pressão de sanções

Reuters

29/01/2026

Placeholder - loading - Pedestres caminham por uma rua passando pela sede da Lukoil em Moscou, Rússia, em 29 de janeiro de 2026. REUTERS/Ramil Sitdikov
Pedestres caminham por uma rua passando pela sede da Lukoil em Moscou, Rússia, em 29 de janeiro de 2026. REUTERS/Ramil Sitdikov

Atualizada em  29/01/2026

Por Vladimir Soldatkin e ⁠Olesya Astakhova

MOSCOU, 29 Jan (Reuters) - A empresa norte-americana de private equity Carlyle Group concordou em comprar a maior parte dos ativos estrangeiros da Lukoil, inicialmente avaliados em US$22 bilhões pelos analistas, que a segunda maior empresa petrolífera da Rússia está sendo forçada a vender devido às sanções dos Estados Unidos.

A venda planejada, anunciada por ambas ​as empresas nesta quinta-feira, ocorre ⁠justamente ⁠quando negociadores russos, ucranianos e norte-americanos tentam chegar a um acordo para encerrar a guerra na Ucrânia e marcaria o fim, por enquanto, da tentativa da Lukoil de se tornar ‌uma empresa global.

'A abordagem da Carlyle à Lukoil ​International seria garantir a continuidade ‌operacional, preservar empregos, ​estabilizar ​a base de ativos e apoiar um desempenho seguro e confiável em todo o portfólio, aplicando supervisão dedicada ​e capacidades operacionais internacionais', disse a Carlyle em um comunicado.

A Lukoil, que também anunciou a venda planejada em um comunicado, disse que continua as negociações com outros potenciais compradores.

Nem a Lukoil nem a Carlyle divulgaram o preço da venda, que ainda precisa da aprovação do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC na sigla em inglês), a agência norte-americana que administra sanções. O Departamento do Tesouro dos EUA ⁠deu à Lukoil até 28 de fevereiro para vender ‌seu portfólio global.

Uma pessoa ⁠familiarizada com a situação disse que os dois grupos ainda não chegaram a um acordo sobre ‍a avaliação, o que pode levar algum tempo.

(Reportagem de Vladimir Soldatkin, Olesya ​Astakhova ‌e Dmitry Antonov em Moscou, Shadia Nasralla em Londres)

Reuters

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