Banner A1 Ads - Hero Banner
Capa do Álbum: Antena 1
A Rádio Online mais ouvida do Brasil
Antena 1

IGP-M surpreende com estabilidade em dezembro e acumula deflação de 1,05% em 2025

IGP-M surpreende com estabilidade em dezembro e acumula deflação de 1,05% em 2025

Reuters

29/12/2025

Placeholder - loading - Consumidores olham vitrine em shopping center em Brasília 29/11/2023 REUTERS/Adriano Machado
Consumidores olham vitrine em shopping center em Brasília 29/11/2023 REUTERS/Adriano Machado

Atualizada em  29/12/2025

29 Dez (Reuters) - O Índice Geral de ⁠Preços-Mercado (IGP-M) teve variação negativa de 0,01% em dezembro, encerrando o ano com queda acumulada de 1,05%, mostraram dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de avanço de 0,15% no mês.

Em 2024, o índice havia acumulado uma alta de 6,54%.

Em nota, o economista do FGV Ibre Matheus Dias disse que a deflação registrada no ano refletiu ​a desaceleração da atividade global e ⁠a ⁠incerteza elevada, que contiveram os repasses de aumentos de custos, com a melhora das safras agrícolas contribuindo para aliviar os preços das matérias-primas.

'Apesar disso, os preços ao consumidor seguiram em alta moderada, com pressões concentradas em ‌serviços e habitação – mas que ao longo do ano convergiram ​para o intervalo de tolerância ‌da meta', afirmou.

Em ​dezembro, o ​Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, ​caiu 0,12%, depois de ter subido 0,27% no mês anterior. No ano, o índice recuou 3,35%.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, subiu 0,24% em dezembro, um pouco abaixo da alta de 0,25% registrada em novembro, acumulando no ano alta de 4,08%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, subiu 0,21%, com alta de 6,10% no ano.

O IGP-M calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os ⁠dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O ‌Banco Central tem como ⁠meta uma inflação de 3%, medida pelo índice de inflação ao consumidor IPCA. A autoridade monetária tem mantido a ‍taxa básica de juros em 15%, maior patamar em quase 20 anos, mas a ​expectativa ‌do mercado é de corte da Selic em 2026.

(Por Isabel Versiani)

Reuters

Compartilhar matéria

Mais lidas da semana

 

Carregando, aguarde...

Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.