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Petrobras está prestes a atingir produção de 3 mi bpd de petróleo, diz CEO

Petrobras está prestes a atingir produção de 3 mi bpd de petróleo, diz CEO

Reuters

24/09/2026

Placeholder - loading - Logotipo da Petrobras no Rio de Janeiro, Brasil, em 16 de outubro de 2019. REUTERS/Sergio Moraes
Logotipo da Petrobras no Rio de Janeiro, Brasil, em 16 de outubro de 2019. REUTERS/Sergio Moraes

Atualizada em  24/09/2026

Por Marta Nogueira e Fabio Teixeira

RIO ​DE JANEIRO, 24 Set (Reuters) - A Petrobras está prestes a atingir a produção recorde de 3 milhões de barris por dia (bpd) de petróleo, disse nesta quinta-feira a presidente da companhia, Magda Chambriard, durante conferência do setor no Rio de Janeiro.

'A gente já chegou a produzir na ProRata Petrobras 2,92 milhões de barris por dia', disse Chambriard, ao participar de mesa no congresso de petróleo e gás ROG.e.

O patamar se compara com 2,69 milhões de barris por dia ⁠de ⁠petróleo produzido em média pela empresa ​entre ‌abril e junho.

Questionada se a companhia poderá superar a meta da companhia para o ano, Chambriard respondeu que 'espero que sim', mas que não iria prometer.

Pelo cronograma atual da empresa, a média de produção de ⁠petróleo prevista para 2026 é de 2,5 milhões de bpd, com ​uma variação de 4% para mais ou para menos.

ABASTECIMENTO E PREÇOS

Chambriard ​também reiterou a jornalistas que a Petrobras ‌já importou o diesel ​necessário ⁠para atender a demanda em outubro e que não falta produto para suprir o mercado brasileiro.

Nesta semana, a diretora de Logística, Comercialização e Mercados, Angélica Laureano, ​disse que Petrobras já havia garantido as compras externas de diesel necessárias para outubro, quando sazonalmente há um pico de consumo no Brasil.

A Petrobras prevê importar 650 milhões de litros de diesel no próximo mês, segundo ​Laureano.

Questionada sobre os rumores na mídia internacional de que os Estados Unidos poderiam suspender exportações, Chambriard afirmou que a quantidade de diesel importado é pequena e que a companhia tem outros supridores, como a Índia.

Já sobre os preços, Chambriard afirmou que a companhia estava confortável com os atuais subsídios do governo antes de o barril do petróleo internacional disparar para US$108 o ​barril na última semana, mas ponderou que agora o preço já baixou novamente ‌para abaixo de US$100.

'A cada declaração ⁠americana, o preço sobe ou o preço desce. Não dá para, na nossa política de preço, enxergar tendência ou reagir todos os dias. ⁠Porque se a gente for reagir todos os ⁠dias, o que vai acontecer é ⁠que nós vamos ⁠acabar ​perdendo o 'market share'', afirmou.

(Por Marta Nogueira e Fábio Teixeira; edição de Roberto Samora)

Reuters

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