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Trump deve se reunir com refinarias e varejistas de combustível na próxima semana,  dizem fontes

Trump deve se reunir com refinarias e varejistas de combustível na próxima semana,  dizem fontes

Reuters

27/08/2026

Placeholder - loading - Presidente dos EUA, Donald Trump 31 de julho de 2026 REUTERS/Daniel Heuer
Presidente dos EUA, Donald Trump 31 de julho de 2026 REUTERS/Daniel Heuer

Por Jarrett Renshaw

27 Ago (Reuters) - O presidente ​norte-americano, Donald Trump, deve se reunir com refinarias e varejistas de combustível dos EUA na próxima semana para destacar os esforços para reduzir os preços da gasolina, à medida que seu governo busca aliviar a pressão sobre os consumidores causada pela guerra contra o Irã antes das eleições legislativas de meio de mandato de novembro, disseram fontes a par do assunto.

Os riscos políticos são altos para Trump e seus pares republicanos, que tentam defender maiorias estreitas no Congresso ⁠em ⁠novembro. A guerra contra o Irã ​tem ‌se tornado cada vez mais impopular, enquanto os preços mais altos da gasolina ameaçam minar a promessa de campanha de Trump para 2024 de reduzir o custo de vida. Uma pesquisa Reuters/Ipsos mostra que ⁠o índice de aprovação de Trump caiu para 33%, com apenas ​31% dos norte-americanos aprovando o conflito.

Espera-se que entre os participantes da reunião ​estejam refinarias como a Valero Energy Corp , ‌a Marathon Petroleum ​Corporation e a ⁠PBF Energy Inc , além de grandes varejistas, segundo duas fontes a par dos planos.

As maiores empresas petrolíferas e refinarias dos EUA divulgaram sólidos resultados no segundo ​trimestre, à medida que a guerra com o Irã desorganizou os mercados globais de energia e reduziu a oferta de gasolina e outros produtos refinados.

Esses resultados geraram críticas de Trump, que argumentou que as empresas petrolíferas que ​se beneficiam dos preços mais altos deveriam fazer mais para reduzir os custos para os consumidores. Trump tem pressionado publicamente os principais produtores e refinarias a baixarem os preços.

O conflito elevou os preços do petróleo e da gasolina ao interromper os fluxos de energia pelo Estreito de Ormuz, por onde passavam 20% do petróleo mundial antes da guerra que começou em 28 de ​fevereiro. O preço da gasolina comum nos EUA tem ficado acima de US$4 por ‌galão (3,8 litros), cerca de US$1 a ⁠mais do que há um ano, criando um fardo econômico especialmente visível para os eleitores às vésperas das eleições de meio de mandato.

Os preços ⁠do petróleo chegaram a atingir US$112 por barril ⁠por conta do conflito, embora ⁠o petróleo bruto tenha ⁠recuado ​desde então, à medida que o transporte marítimo pelo estreito foi parcialmente retomado.

Reuters

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