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UE concorda em liberar 6,6 bilhões de euros destinados à ajuda militar para Ucrânia

UE concorda em liberar 6,6 bilhões de euros destinados à ajuda militar para Ucrânia

Reuters

25/09/2026

Placeholder - loading - Kaja Kallas durante a Cúpula Europeia do Ártico, em Rovaniemi, Finlândia   14 de setembro de 2026  Lehtikuva/Jouni Porsanger via REUTERS
Kaja Kallas durante a Cúpula Europeia do Ártico, em Rovaniemi, Finlândia 14 de setembro de 2026 Lehtikuva/Jouni Porsanger via REUTERS

BRUXELAS, 25 Set (Reuters) - Os países ​membros da União Europeia chegaram a um acordo para liberar 6,6 bilhões de euros (US$ 7,5 bilhões) em recursos da UE destinados à ajuda militar à Ucrânia, afirmou nesta sexta-feira a chefe da política externa da UE, Kaja Kallas.

O dinheiro virá do Fundo Europeu para a Paz, um fundo utilizado pelos países membros ⁠da ⁠UE para financiar ajuda militar ​a ‌países fora do bloco. Ele também reembolsa os governos da UE pela ajuda militar que prestaram.

Dos recursos liberados, 900 milhões de euros serão ⁠destinados à missão de assistência militar da UE ​à Ucrânia e 1 bilhão de euros financiará ​novas aquisições conjuntas de equipamentos, ‌disse Kallas em ​uma ⁠postagem no X.

Ela acrescentou que os 4,7 bilhões de euros restantes serão destinados ao reembolso dos Estados membros, alguns ​dos quais já afirmaram que canalizariam sua parcela para a Ucrânia.

“Essa é uma boa notícia para a Ucrânia e uma má notícia para a ​Rússia”, disse Kallas. “Os ataques híbridos de Moscou tentam intimidar a Europa para que reduza seu apoio à Ucrânia. A Europa está fazendo o contrário.”

Os recursos destinados à Ucrânia ficaram retidos no fundo por meses, inicialmente bloqueados pelo governo húngaro anterior, liderado pelo primeiro-ministro Viktor ​Orbán, que mantém relações amigáveis com a Rússia.

Não ficou ‌claro exatamente qual parte ⁠dos recursos a serem liberados sob o acordo de sexta-feira beneficiaria diretamente a Ucrânia. Caberá a cada ⁠governo da UE decidir quanto ⁠de seus reembolsos será ⁠destinado a nova ⁠ajuda ​militar para Kiev.

(Reportagem de Inti Landauroa e Lili Bayer)

Reuters

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