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Yinson venceu concorrência da Petrobras para plataforma em Albacora, diz diretora

Yinson venceu concorrência da Petrobras para plataforma em Albacora, diz diretora

Reuters

11/08/2026

Placeholder - loading - O logotipo da Petrobras, empresa estatal brasileira de petróleo, é visto na sede da empresa, no Rio de Janeiro 16 de outubro de 2019 REUTERS/Sergio Moraes
O logotipo da Petrobras, empresa estatal brasileira de petróleo, é visto na sede da empresa, no Rio de Janeiro 16 de outubro de 2019 REUTERS/Sergio Moraes

RIO DE JANEIRO, 11 Ago (Reuters) - A ​empresa malaia Yinson venceu a concorrência da Petrobras para a construção do navio-plataforma P-88, projeto previsto para a revitalização do campo de Albacora, na Bacia de Campos, disse a diretora de Exploração e Produção da estatal, Sylvia Anjos.

Ela destacou o sucesso do certame após três licitações anteriores sem interessados.

Dessa vez, participaram também da disputa empresas da Índia, China e Noruega.

A Yinson já mantém relação comercial com a ⁠Petrobras ⁠e participa de atividades no ​campo de ‌Mero, na Bacia de Santos, de acordo com a executiva.

'A gente teve três licitações antes que não deram em nada. E aí nós voltamos, refizemos o projeto, botamos um ⁠projeto mais otimizado e fizemos o BOT (modelo de contratação Build-Operate-Transfer), ​que viabilizou a licitação e vieram cinco empresas', disse ela.

FOZ ​DO AMAZONAS

Durante evento no Rio de ‌Janeiro, a diretora ​disse ainda ⁠que a sonda usada pela Petrobras para perfurar o poço exploratório de Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas, poderá atingir o reservatório ​do prospecto localizado na Margem Equatorial em até três dias.

Segundo ela, a campanha exploratória está na fase de cimentação, etapa que antecede a chegada ao reservatório.

'Agora (a chegada ao reservatório) será rápida', ​disse ela a jornalistas.

A Petrobras iniciou a campanha em Morpho em 2025, após longa espera por um licenciamento ambiental do Ibama. Mas a atividade foi interrompida no começo deste ano após o vazamento de um fluido biodegradável.

'Acredito que depois que cimentar, tiver tudo sequinho, bonitinho e for perfurar, aí vai ser muito rápido. Vão ser dois, ​três dias para chegar ao final. Aí pode ser que tenha ‌óleo ou não', acrescentou a executiva ⁠após participar de um evento da Associação Brasileira dos Geólogos de Petróleo (ABGB), na PUC-Rio.

A diretora da Petrobras disse que está ⁠otimista com a possibilidade de descoberta de ⁠petróleo. 'Eu aposto que tem. Eu ⁠já teria parado (caso ⁠não ​tivesse informações positivas)', declarou ela.

(Por Rodrigo Viga Gaier; edição de Roberto Samora)

Reuters

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